30/11/2017

Brasil tem 30 mil crianças de cinco a nove anos no mercado de trabalho

No Brasil, em 2016, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de um total de 40,1 milhões de crianças e adolescentes no grupo de 5 a 17 anos, 1,8 milhão estavam no mercado de trabalho. O nível de ocupação para esta população foi 4,6%, principalmente concentrado no grupo de idade de 14 a 17 anos. Entre as crianças de 5 a 9 anos de idade, 0,2% encontrava-se ocupada em 2016, ou aproximadamente 30 mil crianças, enquanto no grupo de 10 a 13 esse percentual era de 1,3% ou aproximadamente 160 mil crianças. De 14 a 15 anos, 6,4% dos jovens estavam ocupados (430 mil) e de 16 a 17 anos eram 17% (cerca de 1,2 milhão).

As crianças pretas ou pardas eram maioria entre as ocupadas, representando 64,1%. Entre as crianças ocupadas de 5 a 13 anos, 71,8% eram pretas ou pardas, e para o grupo de 14 a 17 anos, o percentual de pretas ou pardas foi de 63,2%

Na média, no Brasil, 81,4% das crianças e adolescentes ocupados frequentavam a escola no ano de 2016. A desagregação por grupo de idade mostrou que 98,4% das crianças de 5 a 13 que se encontravam ocupadas frequentavam a escola. Para o grupo de 14 a 17 esse percentual foi 79,5%. Das crianças de 5 a 17 anos ocupadas que frequentavam a escola, 94,8% estudavam na rede pública e 5,2% na rede privada.

Pesquisa do Unicef aponta que 82% das crianças do Brasil temem a violência

A violência, o terrorismo e a pobreza são os assuntos que mais preocupam as crianças no mundo. No Brasil, 82% das crianças temem principalmente a violência – é o país em que essa preocupação atingiu o índice mais alto.

A informação foi divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) , que realizou pesquisa em 14 países para marcar o Dia Mundial das Crianças, lembrado hoje (20). Foram ouvidos 11 mil crianças e adolescentes de 9 a 18 anos na África do Sul, Brasil, Egito, Estados Unidos, Holanda, Índia, Japão, Malásia, México, Nigéria, Nova Zelândia, Quênia, Reino Unido e Turquia.

Na preocupação com a violência, o Brasil é seguido pelo México e pela Nigéria, onde o índice supera os 70%. Já no Japão, apenas 23% das crianças pensam na violência da mesma forma. Outros temas que angustiam as crianças são a educação de baixa qualidade (principalmente no Brasil e na Nigéria) e o terrorismo (com destaque para Egito e Turquia).

Em todo o mundo, metade das crianças se sentem marginalizadas em relação às decisões que as afetam e dizem que não são ouvidas: 45% delas não confiam que os líderes mundiais possam tomar boas decisões em seu nome. No Brasil, o pior caso, este índice sobe para 81%.

O tratamento injusto de refugiados é outra inquietação, que atinge 40% das crianças no México, no Brasil e na Turquia.

29/11/2017

Concurso de Bolsas e Vestibular 2018 da FHO|Uniararas acontece este domingo

Inscrições para o processo seletivo seguem até amanhã, dia 30.

A FHO|Uniararas realiza este domingo, 03 de dezembro, a partir das 9h, a primeira prova do Concurso de Bolsas e Vestibular 2018. Os interessados em participar deste processo seletivo podem se inscrever pelo site www.uniararas.br até amanhã, dia 30.  Os candidatos deverão comparecer ao Campus da Instituição com cerca de 40 minutos de antecedência, tendo em mãos o comprovante de inscrição e um documento original com foto (RG, CNH ou CTPS), além de caneta azul ou preta, lápis e borracha. A prova tem três horas de duração e é composta por 50 testes de múltipla escolha e uma redação.

Sobre a FHO|Uniararas

A FHO|Uniararas oferece bolsas de estudos parciais (50%) para os cursos de Administração, Contabilidade, Economia, Biomedicina, Biologia (Bacharelado/Licenciatura), Educação Física (Bacharelado/Licenciatura), Estética (Bacharelado), Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia, Psicologia, Pedagogia, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Química (Bacharelado) e Sistemas de Informação.

Os alunos aprovados também podem utilizar o PagFácil -  programa de crédito estudantil da Instituição – para pagar até metade do curso depois de formado, reduzindo o valor das mensalidades. O pagamento do crédito é feito apenas com os reajustes anuais das mensalidades, sem juros, e diretamente com a FHO|Uniararas, sem banco ou financeira. Além disso, não é necessária análise de crédito ou renovação semestral. Mais informações pelo telefone 0800 770 44 55.

Varitus, Sicoob UniMais e Aehda celebram mais duas turmas capacitadas

Na última segunda-feira (28/11) reuniram-se no mesmo espaço de celebração os participantes e os representantes dos projetos “Gestão e Emissão de Nota Fiscal Eletrônica” e “Ganho Nosso”.

Projeto Gestão e Emissão de NF-e – Encerrando a 12ª turma, a parceria com a empresa de tecnologia e serviços ararense Varitus do Brasil, que detém a metodologia e o instrutor voluntário, enquanto a Aehda participa com a infraestrutura didática e acompanhamento social, iniciou no primeiro semestre de 2012.  Seu conteúdo aborda legislação e os processos pertinentes à gestão, emissão e arquivamento de Notas Fiscais Eletrônicas.

Projeto Ganho Nosso – Formando a segunda turma, trata-se do desenvolvimento de adolescentes e jovens visando ao aprendizado e prática de Cooperativismo, incluindo noções de autodesenvolvimento, serviços, empreendedorismo e educação financeira. A parceria foi iniciada em 2016 e conta com o apoio metodológico e de instrutor voluntário da Sicoob UniMais.

Para a Aehda, esses projetos reforçam o conceito de que somente parcerias sólidas conseguem formar a rede de interação social, de conhecimento e de oportunidades de crescimento ao público-alvo e seus familiares.

Ao encerramento dos projetos, os participantes encontram-se aptos para atuar no mundo do trabalho como estagiários sociais ou jovens aprendizes.

Compuseram a mesa, Nilsa Flores (mãe de participante certificado representando
os familiares dos jovens), Adilson Bonatto, Diretor Aehda, Adão Lopes, CEO Varitus e
Weliton Silva, Marketing Sicoob UniMais

24/11/2017

O aluno manda vários sinais antes de evadir

Gesta discute causas, contexto e consequências, além de apresentar programas que atacam o abandono escolar de jovens com idade para estar no ensino médio.

Encontrar a solução para o problema que faz com que 3 milhões de jovens brasileiros entre 15 e 17 anos estejam fora da escola exige a cooperação dos mais diversos setores da sociedade. É isso que busca mostrar o estudo “Políticas Públicas para a Redução do Abandono e da Evasão Escolar de Jovens”, conduzido pelo economista Ricardo Paes de Barros e resultado da parceria entre Instituto Unibanco, Instituto Ayrton Senna, Insper e Fundação Brava, que recentemente ganhou uma plataforma que reúne causas, custos e consequências para o abandono escolar.

Com vídeos e infográficos interativos, o site apresenta o que está sendo feito em 245 programas (135 nacionais e 110 internacionais) para combater 14 fatores de desengajamento, tais como trabalho, pobreza, gravidez precoce, violência, problemas emocionais, clima escolar, entre outros. “Como são várias as razões envolvidas, é necessário ter programas específicos porque a solução é muito diferente”, diz Marina Gattás, coordenadora de projetos da Fundação Brava.

06/11/2017

Instituto Cooperforte elege Araras para propagar Oficina de Educação Financeira

Na próxima quinta, 9/11, O Instituto Cooperforte  realizará, em parceria com a Aehda, a Oficina "Saúde Financeira não tem preço", aplicando e adaptando metodologia difundida pelo Banco do Brasil.

Serão 28 participantes, entre voluntários do Instituto, educadores sociais da Aehda e jovens aprendizes. Todo o desenvolvimento local será registrado em vídeo para que possa ser disseminando entre todas as entidades apoiadas pelo Instituto Cooperforte, presentes em várias regiões do País.

Objetivo geral:

Estimular comportamentos relacionados à boa administração financeira que favoreçam o sucesso de pessoas e de famílias e conduzam a uma situação de equilíbrio e bem-estar.

Desempenho esperado:

a) Internalizar conceitos básicos de Educação Financeira.

b) Elaborar orçamentos financeiros, de baixa complexidade, com base na mobilização e gestão de recursos – conhecimentos, habilidades, atitudes, pessoas, materiais, crédito, dinheiro, dentre outros.

Conteúdo abordado:

1. Uma boa educação financeira deve considerar as dimensões racional e emocional.

2. A relação com os recursos monetários é dinâmica, cultural, pessoal e permeada de historicidade.

3. O autoconhecimento, as atitudes e as crenças afetam a relação com o dinheiro e com o crédito.

4. A harmonia e a coerência entre os seus sonhos e as suas atitudes podem favorecer as motivações para poupar, gerando mais satisfação.