12/08/2011

15 de agosto - Feriado em Araras

Informamos que não haverá expediente na Aehda Araras na próxima segunda, 15 de agosto, devido ao Feriado  de Aniversário da Cidade.

As atividades retornam ao normal no dia seguinte.

Veja matéria no jornal Tribuna do Povo sobre as comemorações cívicas e eventos de aniversário. TRIBUNA DO POVO

Araras: 149 anos de emancipação política

03/08/2011

Aehda firma parceria com Cisco Systems para oferta de cursos em tecnologia

A Associação de Educação do Homem de Amanhã de Araras – AEHDA firmou, em  julho de 2011, parceria com a Cisco Systems – líder mundial em Redes de comunicação – para desenvolver junto aos seus alunos o  Cisco Networking Academy. O programa promove a educação por meio da internet, ou seja, pelo  acesso e  conhecimento das tecnologias relacionadas à Internet, os alunos utilizam o e-learning para facilitar o aprendizado e eliminar as barreiras de tempo, distância e situação socioeconômica.

Após capacitação dos instrutores da Aehda, pela Fundação Bradesco (unidade de Campinas), que é um Centro Acadêmico de Treinamento Cisco (CATC), a entidade passa a ser a mais nova Academia da Cisco, fazendo parte de uma rede que atende mais de um milhão de estudantes em 165 países, sendo 25 mil somente no Brasil.

Segundo o coordenador pedagógico de cursos da Aehda, Edson Carlos Baptista, “a parceria é pioneira na região e um importante avanço tecnológico e pedagógico para a entidade”. Edson ainda declarou que “com a capacitação que recebemos na Fundação Bradesco e o apoio do material pedagógico da Cisco, novos conhecimentos poderão ser transmitidos aos alunos dos cursos que oferecemos na Aehda e novas possibilidades de negócios surgirão após a conclusão dessa primeira fase do Programa.”

O processo para firmar a parceria, incluiu também a análise da infraestrutura da entidade e a qualidade dos equipamentos dos laboratórios de informática, constatando estar a Aehda apta a ser uma Academia Cisco. A parceria tem validade por doze meses.

Na última segunda, foi  realizada a Aula Inaugural do Curso Fundamentos de TI: Hardware e Software, dando início ao Programa.  “Para se manter competitivo e ter uma carreira em ascensão no mundo atual, o profissional de tecnologia precisa buscar treinamentos apropriados que aumentem seus conhecimentos e  consolidem sua atuação no mercado de trabalho. Acredito que a Cisco, por meio do programa Cisco Networking Academy, e a Associação de Educação do Homem de Amanhã de Araras – AEHDA - podem contribuir com a preparação deste profissional oferecendo o curso de ITE – Conceitos Básicos de Hardware e Software:  Introdução à Tecnologia de Informação e Comunicações de Dados”, destaca Ligia Oliveira, gerente do programa Cisco Networking Academy no Brasil.


 

Sobre a Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em redes que transformam o modo como as pessoas se conectam, comunicam e colaboram. Para informações corporativas sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com

Networking Academy

O Cisco Netowrking Academy atende mais de um milhão de estudantes em 165 países, sendo 25 mil somente no Brasil. Desde que foi lançada no país em 2001, a iniciativa já formou mais de 100 mil estudantes por meio de parcerias com cerca de 300 instituições educacionais no Brasil.
   
Curso Fundamentos de TI: Hardware e Software

Este curso aborda conceitos básicos de TI com ênfase em hardware e aos sistemas operacionais de computadores. Por meio de atividades práticas e laboratórios, os alunos aprendem a montar e configurar um computador, instalar sistemas operacionais e softwares e a identificar e solucionar problemas de hardware e de software. Além disso, estão incluídos os capítulos sobre redes e habilidades de comunicação (relacionamento com o cliente). O curso oferecido na Aehda terá carga horária mínima de 54 horas e até o final deste ano serão formadas as seis primeiras turmas da parceria, totalizando 111 alunos.


Aula inaugural em agosto: apresentação institucional da Cisco, do Programa e videoconferência com central no Rio de Janeiro, RJ.

Primeira turma a se beneficiar do Programa Cisco - Aehda

43% dos estudantes das universidades federais são das classes C, D e E

Amanda Cieglinski
Agência Brasil

Brasília – Cerca de 43% dos estudantes das universidades federais são das classes C, D e E. O percentual de alunos de baixa renda é maior nas instituições de ensino das regiões Norte (69%) e Nordeste (52%) e menor no Sul (33%). É o que mostra pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que será lançada hoje (3), sobre o perfil dos estudantes das universidades federais.

Para a Andifes, o resultado do estudo, que teve como base 22 mil alunos de cursos presenciais, desmistifica a ideia de que a maioria dos estudantes das federais é de famílias ricas. Os dados mostram, entretanto, que o percentual de alunos das classes mais baixas permaneceu estável em relação a outras pesquisas feitas pela entidade em 1997 e 2003.

Segundo o presidente da Andifes, João Luiz Martins, as políticas afirmativas e a expansão das vagas nas federais mudaram consideravelmente o perfil do estudante. A associação avalia que se não houvesse as políticas afirmativas, o atendimento aos alunos de baixa renda nessas instituições teria diminuído no período.

Martins destaca que se forem considerados os estudantes com renda familiar até cinco salários mínimos (R$ 2.550), o percentual nesse grupo chega a 67%. Esse é o público que deveria ser atendido – em menor ou maior grau – por políticas de assistência estudantil. A entidade defende um aumento dos recursos para garantir a permanência do aluno de baixa renda na universidade. “Em uma família com renda até cinco salários mínimos, com três ou quatro dependentes, a fixação do estudante  na universidade é um problema sério”, diz Martins, que é reitor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).

O estudo identifica que 2,5% dos alunos moram em residência estudantil. Cerca de 15% são beneficiários de programas que custeiam total ou parcialmente a alimentação e um em cada dez recebe bolsa de permanência.

Vânia Silva, 26 anos, ex-aluna do curso de pedagogia da Universidade de Brasília (UnB), contou, ao longo de toda a graduação, com bolsas e outros tipos de auxílio. No primeiro semestre, a ajuda era de R$ 130, insuficiente para os gastos com alimentação, transporte e materiais. Ela participou de projetos de pesquisa e extensão na universidade para aumentar o benefício e conseguiu moradia na Casa do Estudante. Mas  viu colegas desistirem do curso porque não tinham condições de se manter.

“Para quem quer ter um bom desempenho acadêmico, o auxílio é muito pequeno. Esse dinheiro eu deveria gastar em livros ou em viagens para participar de encontros de pesquisadores, mas usava para custear minhas necessidades básicas”, conta. Hoje, ela é aluna de pós-graduação e a bolsa que recebe continua sendo insuficiente para os objetivos que pretende alcançar. “Já tive trabalhos inscritos até em congressos internacionais, mas com essa verba não dá para bancar uma viagem”, diz.

Os reitores destacam que a inclusão dos estudantes das famílias mais pobres não é a mesma em todos os cursos. Áreas mais concorridas como medicina, direito e as engenharias ainda recebem poucos alunos com esse perfil. Cerca de 12% das matrículas nas federais são trancadas pelos alunos e, para a associação, a evasão está relacionada em grande parte à questão financeira.

“Em outras parte do mundo, a preocupação do reitor é com a qualidade do ensino e com a pesquisa. Mas aqui, além de se preocupar com um bom ensino, ele também tem que se preocupar com a questão social”, compara Álvaro Prata, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Para 2012, a Andifes reivindicou ao Ministério da Educação (MEC) que dobre os recursos destinados à assistência estudantil. A previsão é que a verba seja ampliada dos atuais R$ 413 milhões para R$ 520 milhões, segundo a entidade. “Com a política de cotas e a expansão da UnB para as cidades satélites, houve um aumento muito grande da necessidade de políticas de assistência estudantil. Mas isso é secundário para o governo e a própria administração da universidade. Muitas vezes, eles acham que têm que trabalhar para ter mais sala de aula e laboratório, mas não há o restaurante universitário”, observa a representante do Diretório Central dos Estudantes da UnB, Mel Gallo.